
By ucsf.edu
A Organização Mundial da Saúde (OMS) preparou uma lista com algumas perguntas e respostas sobre o coronavírus. As formas de contaminação, sintomas e possíveis tratamentos são alguns dos pontos abordados no guia.
As primeiras suspeitas da nova cepa do vírus (2019-nCoV) foram notificadas em 31 de dezembro de 2019, na cidade de Wuhan, na China. As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 14h desta segunda-feira (13), 22.740 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 1.271 mortes pela Covid-19. Em todo o mundo, até o fechamento deste post, são 1.897.373 casos confirmados, 444.492 pacientes recuperados e 118.304 óbitos.
Conheça agora dez perguntas e respostas sobre o coronavírus elaboradas pela OMS:
Os coronavírus são uma grande família de vírus que causam doenças que variam do resfriado comum a enfermidades mais graves, como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars).
O CoV é uma nova cepa de coronavírus que não havia sido previamente identificada em humanos.
Investigações detalhadas descobriram que o Sars-CoV foi transmitido das civetas (um mamífero carnívoro de origem asiática) para humanos na China em 2002, e o Mers-CoV de camelos dromedários para humanos na Arábia Saudita em 2012. Vários coronavírus conhecidos estão presentes em animais que ainda não infectaram humanos. À medida que o controle melhora em todo o mundo, é provável que mais coronavírus sejam identificados.
Depende do vírus, mas os sinais comuns incluem sintomas respiratórios, febre, tosse, falta de ar e dificuldades respiratórias. Em casos mais graves, a infecção pode causar pneumonia, síndrome respiratória aguda grave, insuficiência renal e até a morte.
Sim. Alguns coronavírus podem ser passados de pessoa para pessoa, geralmente após contato próximo com um paciente infectado, como por exemplo, em casa ou em um centro de saúde.
Não. Quando uma doença surge, não existe vacina até que uma possa ser desenvolvida após testes em laboratório. Segundo a OMS, este processo pode levar alguns anos.
A OMS afirma que não há tratamento específico para a doença causada por um novo coronavírus. No entanto, muitos dos sintomas podem ser tratados e, portanto, o tratamento tem como base a condição clínica do paciente. Além disso, os cuidados de apoio às pessoas infectadas podem ser altamente eficazes.
As recomendações para reduzir a exposição e a transmissão de uma série de doenças incluem a manutenção básica da higiene das mãos e respiratórias, práticas alimentares seguras e evitar contato próximo, quando possível, com qualquer pessoa que mostre sintomas como tosse e espirros.
A OMS explica que sim, pois os profissionais de saúde entram em contato com os pacientes com mais frequência do que o público em geral. A agência recomenda que os profissionais de saúde utilizem, sistematicamente, medidas apropriadas de prevenção e controle de infecções.
A OMS incentiva todos os países a aprimorar sua vigilância para infecções respiratórias agudas graves (Sars), revisar cuidadosamente todos os padrões incomuns de casos ou pneumonia e notificar a agência sobre qualquer suspeita ou confirmado de infecção por um novo coronavírus.
Os países são incentivados também a continuar fortalecendo sua preparação para emergências de saúde, em conformidade com o Regulamento Sanitário Internacional de 2005.
A OMS publicou um Plano Estratégico de Preparação e Resposta à Covid-19, que identifica as principais ações que os países precisam tomar e os recursos necessários para realizá-las.
O plano, que é atualizado à medida que novas informações e dados melhoram a compreensão da OMS sobre as características do vírus e a melhor resposta a ele, atua como um guia para o desenvolvimento de planos específicos de cada país.
Os seis escritórios regionais da agência de saúde e 150 escritórios nos países trabalham em estreita colaboração com governos de todo o mundo para preparar seus sistemas de saúde para os estragos da Covid-19 e para responder de maneira eficaz quando os casos começam a aumentar.
Com os parceiros, a OMS criou o Fundo de Resposta e Solidariedade Covid-19, para garantir que os pacientes recebam os cuidados de que precisam e que os trabalhadores da linha de frente obtenham suprimentos e informações essenciais; e para acelerar a pesquisa e o desenvolvimento de uma vacina e de tratamentos para todos que precisam.
Com doações de governos, setor privado e indivíduos, mais de 800 milhões de dólares foram comprometidos ou recebidos pela resposta até o momento.
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