Agência de Marketing Digital em Salvador atendendo Aracaju e demais regiões do Brasil, referência em Criação de Sites e Inbound Marketing.

De um lado, Black Friday eterna de curso, mentorias “vitalícias”, print de faturamento em 7 dias, gurus que ontem diziam uma coisa e hoje defendem o oposto. Do outro,

empresários e profissionais que trabalham todos os dias, tentando entender se o problema é com eles ou se o marketing digital realmente “morreu”.

No meio desse barulho, será que vale a pena continuar investindo em marketing digital?

O que está saturado de verdade?

Quando alguém solta um “acabou o marketing digital”, quase nunca está falando de:

· marketing para negócio local;

· estratégia digital para pequenas e médias empresas;

· presença consistente em canais básicos (site, Google, redes sociais).

O alvo, na maioria das vezes, é um modelo específico de vender:

· cursos a cada nova “fórmula”;

· mentorias com nomes cada vez mais grandiosos;

· lançamentos com urgência fabricada e descontos irreais.

“Curso sempre vai ter demanda, sempre vai ter gente querendo ali aprender alguma coisa; o que mudou é a forma de ofertar isso.”

— Heloisa Amália

Ou seja, não é o formato de curso em si que está em crise, mas sim a forma de ofertá-los.

Bolha do “mundo do marketing” x vida real das empresas

Tem um efeito curioso acontecendo. Dentro da bolha de quem acompanha infoproduto e lançamentos, parece que todo mundo conhece os mesmos gurus e está cansado das mesmas promessas, mas na realidade, o cenário é bem diferente.

Enquanto se discute o “fim do marketing digital”, tem:

· clínica que nunca otimizou o perfil no Google;

· restaurante sem ficha atualizada e sem review;

· loja local sem um anúncio simples rodando na região;

· empresa que não responde formulário do site nem direct do Instagram.

Marcus comenta isso de forma bem direta no episódio:

“Não acabou marketing digital. O que acabou, na verdade, foi um certo modelo de promessa. Pra negócio real, que vende produto, serviço, que tá no dia a dia… ainda tem muita coisa básica que nem começou a ser feita.”

Marketing digital não é sinônimo de vender curso

Um ponto central é separar duas coisas:

1. Usar marketing digital para vender infoproduto

2. Usar marketing digital para fortalecer negócios reais (serviços, produtos, empresas locais, B2B etc.)

A lógica e até a forma de prometer são diferentes, Marcus resume bem essa distinção:

“Falar que vender infoproduto é a mesma coisa que fazer marketing pra negócio local não faz sentido. É outro jogo e dinâmica.”

Mas será que acabou?

A resposta curta é que provavelmente não, mas a resposta completa está no episódio. O que está em crise é esse jeito barulhento e saturado de vender “como fazer marketing digital”.

Se você quer entender por que não acabou, o que realmente mudou e o que fazer daqui pra frente, vale ouvir a conversa completa no Funil Cast.

Dê o play no episódio, já disponível no YouTube

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